Design: Volvo C30
Conhecida por ser uma marca de carros luxuosos, confortáveis e, principalmente, seguros, a Volvo está buscando novos mercados, em especial entre o público jovem, procurando desfazer aquela imagem de “carro de tiozão”, que sempre caracterizou seus modelos. A arma para a conquista desse mercado é o C30, um misto de hatch e coupé de 4 lugares, cujo design é um verdadeiro show. Na verdade, ele parece um aparelho de som da Bang & Olufsen sobre quatro rodas… se liguem na traseira e nos detalhes do interior, em especial a peça que emenda o console central com o painel…. um espetáculo.
As primeiras unidades destinadas ao Brasil já estão chegando. Tive a oportunidade de ver um de perto na concessionária de Porto Alegre ontem e estou babando até agora. Pra colocar um na garagem, o cheque é de, pelo menos, R$ 95 mil para a versão de entrada, com motor 2.0 20v de 145cv e câmbio manual de 6 marchas. Outras versões mais potentes estarão disponíveis, mas esses preferi não perguntar o preço pra não ficar triste.
Mais fotos do C30:

19 de Abril de 2007 @ 17:36
Malvado ele!!!
O que vale perguntar é como as mesmas pessoas que consomem carros e objetos com design super apurado, também consomem arquitetura de péssima qualidade?
Dizem que brasileiro é ótimo para comprar carros, mas péssimo para imóveis… porém acho que isso é um fenômeno que se repete em todo o mundo.
Será porque os carros são símbolos de status mais fáceis de serem mostrados? Já que tu está sempre com o carro e tua casa é só para os amigos e pessoas mais próximas, então não tem tanta importância mostrá-la?
19 de Abril de 2007 @ 17:44
Essa discussão é totalmente pertinente… e acho que tocaste no ponto. A questão do carro como símbolo de status “móvel” dá mais visibilidade… por outro lado, marcas de carro de prestígio têm seus projetos realizados normalmente na matriz, o que deixa o cara mais ou menos sem escolha na hora de comprar… enquanto o projeto de arquitetura é feito por um profissional local mais “afinado com as tendências do mercado”, sejam elas quais forem… aí, dá no que dá.