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	<title>arqs</title>
	<link>http://blog.arquiteturas.net</link>
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	<pubDate>Sat, 19 May 2007 05:52:31 +0000</pubDate>
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		<title>Novos ares :: arquis.blogspot.com ::</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2007 03:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		
		<category>AMENIDADES</category>

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		<description><![CDATA[A partir de hoje o nosso blog arquiteturas está de casa nova: arquis.blogspot.com

Mudamos de casa, mas manteremos a mesma linha de textos que hoje temos, muitas imagens, sugestões de sites, textos sobre vida, cinema, poesia&#8230; Niemeyer nunca cansou de dizer &#8220;arquitetura é passatempo, o que importa é a vida&#8230;&#8221;
Os novos textos estarão apenas no novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de hoje o nosso blog arquiteturas está de casa nova: <a href="http://arquis.blogspot.com"><strong>arquis.blogspot.com</strong></a></p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_mudanca.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/mudanca.jpg',481,452,'arquis.blogspot.com - arquis.blogspot.com'); return false;"><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_mudanca.jpg" alt="arquis.blogspot.com - arquis.blogspot.com" title="arquis.blogspot.com - arquis.blogspot.com" /></a></div></p>
<p>Mudamos de casa, mas manteremos a mesma linha de textos que hoje temos, muitas imagens, sugestões de sites, textos sobre vida, cinema, poesia&#8230; Niemeyer nunca cansou de dizer &#8220;arquitetura é passatempo, o que importa é a vida&#8230;&#8221;</p>
<p>Os novos textos estarão apenas no novo endereço e os textos existentes gradualmente estão sendo transferidos para lá&#8230;</p>
<p>Lhe esperamos na casa nova, com alvar aalto no bar e le corbusier na piscina&#8230;</p>
<p><strong><a href="http://arquis.blogspot.com">arquis.blogspot.com</a></strong>
</p>
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		<title>Design: Volvo C30</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/04/19/design-volvo-c30/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 20:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>DESIGN</category>

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		<description><![CDATA[Conhecida por ser uma marca de carros luxuosos, confortáveis e, principalmente, seguros, a Volvo está buscando novos mercados, em especial entre o público jovem, procurando desfazer aquela imagem de &#8220;carro de tiozão&#8221;, que sempre caracterizou seus modelos. A arma para a conquista desse mercado é o C30, um misto de hatch e coupé de 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecida por ser uma marca de carros luxuosos, confortáveis e, principalmente, seguros, a Volvo está buscando novos mercados, em especial entre o público jovem, procurando desfazer aquela imagem de &#8220;carro de tiozão&#8221;, que sempre caracterizou seus modelos. A arma para a conquista desse mercado é o C30, um misto de hatch e coupé de 4 lugares, cujo design é um verdadeiro show. Na verdade, ele parece um aparelho de som da Bang &#038; Olufsen sobre quatro rodas&#8230; se liguem na traseira e nos detalhes do interior, em especial a peça que emenda o console central com o painel&#8230;. um espetáculo.</p>
<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_C30_2.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/C30_2.jpg',1200,800,'C30 2 - C30 2'); return false;"><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_C30_2.jpg" alt="C30 2 - C30 2" title="C30 2 - C30 2" /></a></div></p>
<p>As primeiras unidades destinadas ao Brasil já estão chegando. Tive a oportunidade de ver um de perto na concessionária de Porto Alegre ontem e estou babando até agora. Pra colocar um na garagem, o cheque é de, pelo menos, R$ 95 mil para a versão de entrada, com motor 2.0 20v de 145cv e câmbio manual de 6 marchas. Outras versões mais potentes estarão disponíveis, mas esses preferi não perguntar o preço pra não ficar triste.</p>
<p>Mais fotos do C30:</p>
<p><a href="http://www.km77.com/marcas/volvo/2007/c30/gama/g02.asp">exterior</p>
<p><a href="http://www.km77.com/marcas/volvo/2007/c30/gama/g03.asp">Interior
</p>
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		</item>
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		<title>Site do Dia (9)</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/04/19/site-do-dia-9/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 13:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>SITE DO DIA</category>

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		<description><![CDATA[
O Blog não poderia deixar de lembrar do - merecido - ganhador do Pritzker 2007. Richard Rogers construiu uma sólida carreira, que ganhou projeção internacional a partir do célebre projeto vencedor do concurso para o Centre Georges Pompidou, em Paris, em co-autoria com Renzo Piano. Juntamente com Lord Norman Foster e Nicholas Grimshaw, forma a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><a href="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_Rogers_1_2_3.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/Rogers_1_2_3.jpg',980,312,'Rogers 1 2 3 - Rogers 1 2 3'); return false;"><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_Rogers_1_2_3.jpg" alt="Rogers 1 2 3 - Rogers 1 2 3" title="Rogers 1 2 3 - Rogers 1 2 3" /></a></div></p>
<p>O Blog não poderia deixar de lembrar do - merecido - ganhador do Pritzker 2007. Richard Rogers construiu uma sólida carreira, que ganhou projeção internacional a partir do célebre projeto vencedor do concurso para o Centre Georges Pompidou, em Paris, em co-autoria com Renzo Piano. Juntamente com Lord Norman Foster e Nicholas Grimshaw, forma a trinca de ouro do hi-tech britânico, mostrando um viés bioclimático e clara preocupação com a sustentabilidade em seus projetos mais recentes, como o plano diretor para Convoy Wharf, em Londres (acima), desenvolvidos pela parceria Rogers, Stirk, Harbour &#038; Partners. Site de design discreto, mas denso, lotado de informações sobre os projetos.</p>
<p>Vai lá: <a href="http://www.rsh-p.com">www.rsh-p.com
</p>
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		</item>
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		<title>Luna de Avellaneda</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/04/17/luna-de-avellaneda/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 21:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>AMENIDADES</category>

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		<description><![CDATA[Ei, você que deu um tempo no CAD ou na prancheta e está aí sentado, vendo esses filmes americanos cada vez mais iguais e repetitivos, dê uma pulo em uma (boa) locadora e pegue, em DVD, &#8220;Clube da Lua&#8221;(&#8221;Luna de Avellaneda&#8221;, Argentina, 2006). Eu recomendo.
A equipe e elenco repete vários nomes do bom &#8220;O Filho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ei, você que deu um tempo no CAD ou na prancheta e está aí sentado, vendo esses filmes americanos cada vez mais iguais e repetitivos, dê uma pulo em uma (boa) locadora e pegue, em DVD, &#8220;Clube da Lua&#8221;(&#8221;<em>Luna de Avellaneda&#8221;, Argentina, 2006</em>). Eu recomendo.</p>
<p>A equipe e elenco repete vários nomes do bom &#8220;O Filho da Noiva&#8221; (2001), nessa história comovente sobre os descendentes dos fundadores de um clube social e cultural no outrora próspero subúrbio industrial de Avellaneda, em Buenos Aires, que se deparam com um doloroso dilema: Arcar com dívidas e multas astronômicas ou ceder ao assédio e vender o clube para um grupo que pretende transformá-lo num cassino? Filme simples e bonito, sobre gente simples e a derrocada de um sonho frente às voltas que a vida dá, e retrato de uma sociedade que, se em parte se recupera do baque econômico de anos atrás, ainda tem cicatrizes que demorarão a curar.</p>
<p>Além disso, &#8220;Clube da Lua&#8221; prova que, como uma boa safra de vinhos, o cinema dos nossos vizinhos argentinos está bom como nunca&#8230; vale a pena provar e valorizar.</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/Luna.jpg" alt="Luna - Luna" title="Luna - Luna" /></div><br />
Ricardo Darín (sempre ele), uma espécie de &#8220;coringa&#8221; do cinema argentino contemporâneo, estrela &#8220;Clube da Lua&#8221;.</p>
<p>Site Oficial: <a href="http://www.lunadeavellaneda.com">www.lunadeavellaneda.com</p>
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		<title>Carlos Maximiliano Fayet (1930-2007)</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/03/20/carlos-maximiliano-fayet-1930-2007/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 16:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>AINDA NÃO CLASSIFICADO</category>

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		<description><![CDATA[
O PRIMEIRO ESTÁGIO em escritório de arquitetura a gente nunca esquece. Era 1994 e eu, recém dispensado da minha primeira experiência &#8220;pré-profissional&#8221;, como desenhista em uma fábrica de móveis lá depois do aeroporto, fui convidado por alguns colegas da faculdade a integrar a equipe de um escritório de arquitetura. Como estava parado, topei na hora. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/Fayet2.jpg" alt="Fayet2 - Fayet2" title="Fayet2 - Fayet2" /></div></p>
<p>O PRIMEIRO ESTÁGIO em escritório de arquitetura a gente nunca esquece. Era 1994 e eu, recém dispensado da minha primeira experiência &#8220;pré-profissional&#8221;, como desenhista em uma fábrica de móveis lá depois do aeroporto, fui convidado por alguns colegas da faculdade a integrar a equipe de um escritório de arquitetura. Como estava parado, topei na hora. O escritório ficava no alto de um edifício antigo de frente para o largo dos açorianos, de onde se via, além de parte da zona sul de Porto Alegre, as frentes frias vindas da argentina, que faziam sumir aos poucos a cidade praqueles lados entre a chuva, antes que caíssem os primeiros pingos e fôssemos obrigados a fechar as portas da sacada. </p>
<p>O trabalho, que poderia parecer maçante, incluía freqüentes idas ao bairro do IAPI, no qual ficávamos, em cada visita, encarregados de determinadas faces de determinados quarteirões, sobre cujas elevações originais atualizávamos, a mão e a olho, modificações feitas pelos proprietários dos imóveis. Estes nos recebiam com as mais variadas reações. Muitos reclamavam da prefeitura, outros eram curiosos, em especial as crianças. As modificações anotadas com a pentel 0,9mm amarelinha sobre as malcheirosas cópias heliográficas iam depois, na volta para o escritório, para o papel vegetal, com nanquim, sem prescindir da companhia indispensável da boa e velha gilette. Computador? haviam dois, provavelmente dois 486, ficavam numa salinha, rodavam AutoCAD 12 para DOS, onde trabalhavam dois arquitetos e um estagiário, que tinham status de semideuses. Ninguém sabia ao certo o que se fazia ali. Mas sabia-se que era importante.</p>
<p>Esse trabalho árduo de campo, levantamento sob o escaldante sol do verão porto-alegrense, o fazíamos (eu e os outros 11 estagiários-desenhistas) com gosto, alegria e dedicação. E fazíamos assim porque gostávamos, estavamos ali, a maioria em início de curso, descobrindo a arquitetura de verdade, como ofício. O dia-a-dia de um escritório, sua organização, funcionamento&#8230; tudo era novo. Mas fazíamos assim também porque uma figura em especial nos inspirava a fazer assim. Tinha sempre um sorriso, uma palavra amiga, um tom ameno, mesmo quando nos corrigia e mostrava o jeito certo de fazer as coisas. Uma figura que, às vezes, colocava o projetor na mesa nos finais de tarde e passava slides de obras (suas e dos outros), de viagens, de obras de arte, da vida, comentando sobre eles&#8230; e ali ficávamos a ouvir, freqüentemente perdendo a hora, só nos dando conta de que era hora de ir quando já estava escuro. Tanto conhecimento precioso&#8230; e ainda ganhávamos bolsa-auxílio do CIEE!</p>
<p>Uma figura que mostrava seu lado mais humano nas horas mais inesperadas. Certa vez, discutiu com uma arquiteta da equipe e saiu porta afora. Em seguida, saímos todos, arquitetos e estagiários, rumo ao Praia de Belas Shopping para almoçar. Quando estávamos todos aglomerados ao redor de uma mesinha redonda, eis que surge &#8220;o chefe&#8221;, de gravata, com sua bandeja de almoço pedindo um espaço (isso a segundos de começarmos a falar mal dele e mostrar solidariedade com a colega com quem havia discutido). O assunto mudou instantaneamente para amenidades e ele, lá pelas tantas, solta aquela piada imprópria sobre a velhice que dispara uma gargalhada geral na mesa, ecoando em toda a praça de alimentação. Quando estas mal haviam cessado, ele olha nos olhos da colega e lhe pede desculpas, em alto e bom som, em frente a toda a sua equipe, inclusive aos soldados-rasos como eu, que, por força das cicunstâncias do trabalho, raramente privavam de sua companhia e atenção, mas sempre tiveram seu respeito. Poucas vezes na vida testemunhei tamanha prova de dignidade.</p>
<p>Assim tive o privilégio de conhecer Carlos Maximiliano Fayet. Embora minha passagem por seu escritório tenha sido breve, certamente foi marcante e sem dúvida nenhuma ajudou a consolidar minha paixão pela arquitetura. Minha última lembrança dele, felizmente, será a melhor possível: A do dia em que acompanhei, junto a uma pequena multidão de colegas, colaboradores, curiosos, cães e gatos, espalhados pela Praça da Matriz, a complexa colocação da estátua (de sua autoria) na parede do Palácio da Justiça, prevista em seu projeto original mas só providenciada quando da recente reforma do edifício. Nesse dia, vi em seus olhos um entusiasmo de menino, o mesmo com o qual sempre conduziu sua carreira e que sempre contagiou a todos à sua volta.</p>
<p>Poderia discorrer aqui sobre a obra do Fayet (como todos o conhecíamos), sobre sua importância para a arquitetura gaúcha e brasileira, tanto no âmbito acadêmico como profissional, sobre o quanto ele lutou, dentro e fora de nossas entidades de classe para que o ofício de arquiteto fosse difundido, reconhecido e valorizado, mas isso não faltará quem faça. O Blog é autoral. Minha forma humilde de homenageá-lo em sua partida é deixar aqui, ilustrado por algumas passagens marcantes, um pequeno relato de como era o Fayet que conheci. Embora sua perda seja irreparável, seu exemplo perdura e há de inspirar a todos nós, arquitetos.
</p>
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		<title>Pavimento Tipo Já Era&#8230;</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/03/18/pavimento-tipo-ja-era/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2007 21:41:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>AINDA NÃO CLASSIFICADO</category>

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		<description><![CDATA[Lembra aquilo que você sempre quis fazer na faculdade e os professores de projeto nunca deixaram? Misturar 300 tipos diferentes de apartamento num edifício só? Lembra que eles costumavam dizer que o mercado &#8220;rejeitaria&#8221;, não ia vender, blá, blá, blá? Pois é:

Novo empreendimento na Av. Nilo Peçanha (aquele dos bonecos pendurados no tapume, que deixou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra aquilo que você sempre quis fazer na faculdade e os professores de projeto nunca deixaram? Misturar 300 tipos diferentes de apartamento num edifício só? Lembra que eles costumavam dizer que o mercado &#8220;rejeitaria&#8221;, não ia vender, blá, blá, blá? Pois é:</p>
<p><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/01_1.jpg" alt="01 1 - 01 1" title="01 1 - 01 1" /></p>
<p>Novo empreendimento na Av. Nilo Peçanha (aquele dos bonecos pendurados no tapume, que deixou todo mundo curioso). Base comercial, área condominial enorme, com vários serviços, uma infinidade (mesmo, não é parede pra lá, parede pra cá) de opções de plantas&#8230; vou deixar minha opinião aqui logo, antes que as &#8220;esquerdas&#8221; comecem a criticar: barato não vai ser, mas confesso que achei bonito, honesto&#8230; Pelo menos, não é neoclássico. Lembrei do meu TFG, o prédio em leve curva, acompanhando a rua e configurando a elevação da quadra&#8230; Embora o meu fosse num bairro mais &#8220;pé sujo&#8221;, dá pra fazer uma analogia. Legalzinho. E tudo bem que o perfil sócio-econômico do público alvo é um só, mas que os diversos tipos de apartamentos vão levar fatalmente à uma população mais heterogênea, com certeza vão&#8230; vamos ver no que vai dar. Eu aposto que funciona. E vende.</p>
<p>Pra saber mais: <a href="www.parigi.com.br">www.parigi.com.br</a>
</p>
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		<title>Site do dia (2)</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/03/14/site-do-dia-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2007 01:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>SITE DO DIA</category>

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		<description><![CDATA[And last, but not least&#8230; continuando a mostrar que nem tudo são bombas na terra de Bush&#8230;
Corria o ano de 1993 e eu, recém entrado na faculdade de arquitetura, começava, curioso, a folhear algumas publicações especializadas e livros, na biblioteca ou no Ignacio. Algumas das primeiras &#8220;figurinhas&#8221;, muito loucas por sinal, que me chamaram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>And last, but not least&#8230; continuando a mostrar que nem tudo são bombas na terra de Bush&#8230;</p>
<p>Corria o ano de 1993 e eu, recém entrado na faculdade de arquitetura, começava, curioso, a folhear algumas publicações especializadas e livros, na biblioteca ou no Ignacio. Algumas das primeiras &#8220;figurinhas&#8221;, muito loucas por sinal, que me chamaram a atenção eram do trabalho desse cidadão:</p>
<p><div class="centralizado"><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/slash_1.jpg" alt="slash 1 - slash 1" title="slash 1 - slash 1" /></div><br />
Slash &#038; Backlash (Culver City, California)</p>
<p>A euforia do pós-moderno, como após uma balada forte, começava a virar ressaca (aqui, mais tarde do que no resto do mundo, como de costume) e logo seus expoentes começariam a ser impiedosamente &#8220;perseguidos&#8221;, em nome de uma nova arquitetura, mais limpa, mais &#8220;clean&#8221;, mais &#8220;silenciosa&#8221;. Quanto mais clássico, mais grosso o chumbo. Michael Graves que o diga.</p>
<p>Mas, tal qual o Pearl Jam sobreviveu ao Grunge, Eric Owen Moss sobreviveu ao pós-modernismo e, a medida que seu trabalho (geograficamente bastante concentrado na região de Culver City, Califórnia) perdia um pouco do furor deconstrutivista, se aproximava do neo-psicodelismo metálico de Gehry e suas placas de titânio, carimbando seu passaporte para a contemporaneidade assegurando seu lugar ao sol entre os neo-modernos. </p>
<p>A obra do cara é honesta, sua perspectiva é de entortar o olho do caboclo. Lembra algumas coisas européias tipo Coop Himmelb(l)au e aqueles holandeses malucos. Vale a visita.</p>
<p>Copie e cole no seu browser, pois sou ignorante e não consegui inserir o link direito:<br />
<a href="http://www.ericowenmoss.com">www.ericowenmoss.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Site do dia</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/03/13/site-do-dia/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2007 15:02:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>SITE DO DIA</category>

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		<description><![CDATA[Via de regra, há mais coisas que mereçam uma segunda olhada a leste do atlântico do que a oeste&#8230; mas o trabalho desse cara vale uma atenção maior:
http://www.wendellburnettearchitects.com/
Na obra de Wendell Burnette, há trabalhos primorosos, de uma simplicidade e poética raramente encontradas em meio ao exagero e à cafonice que grassam na arquitetura norte-americana. Destaque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Via de regra, há mais coisas que mereçam uma segunda olhada a leste do atlântico do que a oeste&#8230; mas o trabalho desse cara vale uma atenção maior:</p>
<p><a href="http://www.wendellburnettearchitects.com/">http://www.wendellburnettearchitects.com/</a></p>
<p>Na obra de Wendell Burnette, há trabalhos primorosos, de uma simplicidade e poética raramente encontradas em meio ao exagero e à cafonice que grassam na arquitetura norte-americana. Destaque para a &#8220;casa do arquiteto&#8221; (Burnette House), encravada em uma área de deserto nos arredores de Phoenix, Arizona. Simplesinha mas bonitinha.</p>
<p>Desative temporariamente seu bloqueador de pop-ups e boa viagem.
</p>
<p><a href="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_house.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/house.jpg',656,528,'house - Burnette House'); return false;"><img src="http://blog.arquiteturas.net/up/l/lu/blog.lucianobasso.arq.br/img/.resized_house.jpg" alt="house - Burnette House" title="house - Burnette House" /></a><br />
Burnette House (Sunnyslope, Arizona)
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poesia</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2007/03/13/poesia/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2007 12:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel</dc:creator>
		
		<category>AMENIDADES</category>

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		<description><![CDATA[Pra começar bem o dia e me redimir da minha parca participação no Blog (quadro que prometo reverter), um pouco da arte do poeta que - este sim - foi ao inferno e voltou.
As teorias que explicam o universo
Os versos que vasculham o coração
Os garis, estivadores e arquitetos
A fé manipulada dos cristãos 
As alegrias, alergias, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra começar bem o dia e me redimir da minha parca participação no Blog (quadro que prometo reverter), um pouco da arte do poeta que - este sim - foi ao inferno e voltou.</p>
<p>As teorias que explicam o universo<br />
Os versos que vasculham o coração<br />
Os garis, estivadores e arquitetos<br />
A fé manipulada dos cristãos </p>
<p>As alegrias, alergias, os afetos<br />
Os fatos, frases, a simulação<br />
O país ajoelhado, a morte, o sexo<br />
A culpa e o olhar de acusação </p>
<p>O que é tudo isso diante da Pólvora?<br />
(Dessa paixão que se renova) </p>
<p>Os dias, datas de aniversário<br />
Os quartos de hotel, o avião<br />
Os livros, discos, dicionários<br />
A madrugada e o olhar sem direção </p>
<p>Os velhos, as crianças e os parques<br />
Os templos, tumbas e memoriais<br />
A nova velha forma do desastre<br />
Bandeiras, panos, lenços, aventais </p>
<p>O que é tudo isso diante da pólvora?<br />
(Dessa paixão que se renova) </p>
<p>(&#8221;Pólvora&#8221; - Herbert Vianna)
</p>
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		<item>
		<title>del Arquitecto y sus menesteres</title>
		<link>http://blog.arquiteturas.net/2006/09/15/del-arquitecto-y-sus-menesteres/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Sep 2006 01:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mencho</dc:creator>
		
		<category>AINDA NÃO CLASSIFICADO</category>

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		<description><![CDATA[Pocas veces fui feliz&#8230;feliz de verdad&#8230;como cuando estas respirando mariposas, ja.  A  veces la vida te juega malas pasadas o simplemente te pone palos en la rueda para probarte, para hacértela mas difícil solo para ver como reaccionas, como te manejas, como sorteas el obstáculo y te repones. Lamentablemente y no es por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pocas veces fui feliz&#8230;feliz de verdad&#8230;como cuando estas respirando mariposas, ja.  A  veces la vida te juega malas pasadas o simplemente te pone palos en la rueda para probarte, para hacértela mas difícil solo para ver como reaccionas, como te manejas, como sorteas el obstáculo y te repones. Lamentablemente y no es por flaquear, me pasaron varias.<br />
Situaciones Incomparables con por ej. a no poder darle de comer a tus hijos, o no tener  trabajo y ser sostén de familia, o cosas irreversibles, de esas no. Pero difíciles, hasta  de entender, y mal q mal las banqué. Y la facu tuvo q ver mucho en eso, si, las épocas de  facultad de ARQUITECTURA y Urbanismo de La Plata, las charlas sobre arqui con los pibes, el leer un libro del Corbu o Sacriste, las rondas de mate, aunque no tomaba pero si por solo el hecho y el privilegio de &#8216;&#8217;estar'&#8217; y ser parte de mi comunidad arquitectónica. Esas  charlas, esas entregas grupales te transportaban, sí, era como si viajabas por Europa,  América central, Asia&#8230;.aunque todavía no tuve la suerte de hacerlo. La arquitectura  siempre fue y es mi rueda de auxilio, aunque tardé en darme cuenta. Pensar q estuve por  tirar la toalla varias veces.<br />
Hasta en épocas de ingenio pobre, de q no se me caía una idea ni por puta y manoteaba  cuanto libro se me cruzaba queriendo robar del los &#8216;&#8217;maestros'&#8217; o de cualquier gurú  arquitecto de moda&#8230;Y me bajoneaba porque no me salía nada, hasta en esos momentos de  bajón siempre había algún Amigo/colega que me daba una mano, siempre valoraré esas  actitudes del &#8216;&#8217;dar'&#8217; sin interés, del sentirse bien ayudando a otro, eso me hizo aprender  y aprehender y me marcó para siempre; esa es la actitud que quiero para mí y las personas  que me rodean, sí, aunque suene a soñador o utópico.<br />
Así que digo GRACIAS a todos de los que aprendí cosas y marcaron mi forma de ser, porque para mi el arquitecto es diferente a otros, porque tiene cierto sentido común y compromiso social que otras profesiones no tienen, encima la mayoría que me toco conocer son buenas personas. Y yo quiero eso para mí y así elijo a la gente que me rodea.<br />
Es el día de hoy que en los momentos que estoy mal o bajoneado, mi forma de ganarme es  recordando todos los buenos momentos vividos por y para la Arquitectura, recordando a todos sus personajes y anécdotas, tratando de perderme en mis dibujos, aunque no me salga nada como cuando era estudiante, sí, esa es mi forma de evadirme&#8230;</p>
<p>MENCHO</p>
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		<title>Pensamiento&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 16:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Latino</dc:creator>
		
		<category>AINDA NÃO CLASSIFICADO</category>

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		<description><![CDATA[recuerdo haber leido en un articulo decir que la arquitectura es la materializacion del espiritu de una epoca, reflejada en la actividades, pasiones, los prejuicios de una sociedad. Era aquel Aldo Rossi quien expresaba en su arquitectura de la ciudad, que la misma es el escenario de la vida del hombre y que como dice [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>recuerdo haber leido en un articulo decir que la arquitectura es la materializacion del espiritu de una epoca, reflejada en la actividades, pasiones, los prejuicios de una sociedad. Era aquel Aldo Rossi quien expresaba en su arquitectura de la ciudad, que la misma es el escenario de la vida del hombre y que como dice Heideguer: el sentido de la vida del hombre es el HABITAR.<br />
 Pensar en la arquitectura como la expresion mas tangible que juega con la dualidad entre lo racional y lo irracional&#8230; o sea buscar la unidad entre la funcion y el arte, hace creer que nuestra accion como arquitecto traspasa ciertos limites, ARQUItecto, ARQUEtipo del que habla Platon. Pero esos limites se ven desfigurados por un lenguaje y una esterilizacion del sentido mismo que se le da a la arquitectura.<br />
 Los parametros para proyectar son la abstraccion, y sabemos que en ese campo es mas cercano a la ciencia ( las matematicas) que al hombre mismo( ser humano).<br />
Se han perdido los valores y la relativizacion deja todo al libre albedrio. En un mundo tan agobiado por la velocidad y la idea de trascender, ganarle a la muerte, condujo a que no haya lugar para la reflexion, por ende que hoy en dia no se sombren las palabras SILENCIO, MAGICO, LUZ,  SORPRESA, BELLEZA,entre otras. de las que se valian los maestros. KAHN, BARRAGAN, OSCAR NIEMEYER,  SALMONA, WRIGHT, entre otros&#8230;. y el sentido social de la arquitectura.<br />
 Encuetro un ESPACIO muy basto para expresar que podria proseguir, pero creo que de la unica manera es por medio de un dialogo, de lo dialectico para no caer en este espacio que todo lo desmaterializa.<br />
UN ABRAZO LUCHO&#8230;( HOY ME HICE UN LUGAR PARA ESCRIBIR, TMB PARA VOS MENCHO)<br />
PD: espero su opinion al respecto.
</p>
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